Micropigmentação capilar: entenda

Micropigmentação capilar: entenda

Com o uso cada vez mais frequente da tecnologia, os procedimentos estéticos têm evoluído em ritmo acelerado. Não é por acaso que hoje, além de menos invasivos, eles apresentam resultados mais satisfatórios para os pacientes. É o caso da micropigmentação capilar, também conhecida como dermopigmentação ou micropigmentação do couro cabeludo.

O que é a micropigmentação capilar?

A calvície é um problema que atinge tanto homens quanto mulheres, e pode interferir muito na autoestima, afinal, o cabelo é muito mais do que uma moldura para o rosto.

Um estudo publicado pela revista Equatorial, do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, aponta a relação entre o cabelo, a constituição de sujeito e baixa autoestima, mas ao contrario do que se pensa, a calvície não atinge apenas os homens, mas também mulheres.

Para minimizar os efeitos causados pela calvície, sejam eles físicos e emocionais, o mercado desenvolveu uma técnica denominada micropigmentação capilar. Ela consiste em escurecer o couro cabeludo e, com isso, disfarçar a falta de cabelo, tendo um resultado bastante satisfatório ao cobrir as imperfeições em sua totalidade.

Por ser um método de camuflagem semipermanente do couro cabeludo, é preciso encontrar um profissional preparado e especialista no assunto, para evitar falhas e possíveis arrependimentos. É importante fazer uma avaliação detalhada com o profissional antes de realizar o procedimento e definir a área certa de intervenção.

Como é feito o procedimento?

Na micropigmentação, o profissional aplica uma tinta própria no couro cabeludo de forma delicada por meio de microagulhas, reproduzindo um fio de cabelo em crescimento.

Diferentemente da tatuagem, a técnica atinge uma camada mais superficial da pele, apesar de ter anestesia local. A ideia é criar uma espécie de camuflagem, fazendo com que pareça que a pessoa tem mais cabelo.

Justamente por esses fatores, o primeiro passo para realizar a dermopigmentação é fazer uma avaliação da coloração do fio para encontrar a tonalidade certa e não errar na aplicação do pigmento. Depois, é necessário investigar a necessidade de cortar o cabelo para realizar o método ou não.

É preciso ter em mente que a duração do processo depende da quantidade de sessões que serão realizadas, definidas de acordo com a intensidade da queda de cabelo. Além disso, as aplicações não podem ser simultâneas, necessitando de um intervalo de aproximadamente 20 dias entre elas. Isso garante um melhor resultado e não coloca a sua saúde em risco.

Lembre-se de que a micropigmentação capilar é um procedimento quase definitivo — com o tempo, a tonalidade pode diminuir de intensidade e deixar o couro cabeludo mais visível. De maneira geral, o procedimento dura de 2 a 5 anos sem perder a coloração.

 

Procure sempre profissionais qualificados para realização e quando profissional, lembre-se da importância de sempre trabalhar com produtos de qualidade e que possuam o registro ANVISA.